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Laserterapia infantil, quando pode ajudar seu filho?

há 22 horas
4 min de leitura

A laserterapia pode ser usada na odontopediatria para ajudar no controle da dor, da inflamação e na recuperação de alguns problemas e procedimentos feitos na boca.


Dentista infantil com laser trata menina de óculos escuros na cadeira; texto: Laserterapia infantil, Bem Me Quer Clínica Infantil.

Aqui na Clínica Bem Me Quer, muitas crianças conhecem o laser por outro nome: “luz mágica”. É uma forma simples e leve de explicar uma tecnologia que pode fazer parte do atendimento do dentista infantil, sempre que houver indicação.


Mas como a laserterapia funciona? Quando ela pode ser usada? E a criança sente alguma coisa durante a aplicação?


O que é laserterapia?


Dentista usa laser na boca de menina com óculos rosa, em clínica infantil; texto: O que é laserterapia? Bem Me Quer.

A laserterapia usa uma luz de baixa intensidade aplicada em pontos específicos da boca.

Essa luz pode ajudar o organismo em alguns processos, como diminuir o desconforto, controlar a inflamação e ajudar na recuperação dos tecidos.


A aplicação costuma ser rápida e tranquila para a criança.


É importante lembrar que a laserterapia não substitui outros tratamentos quando eles são necessários.


Ela é um recurso que pode complementar o cuidado, de acordo com a avaliação do odontopediatra.


Para que serve a laserterapia infantil?


Na odontopediatria, a laserterapia pode ser usada em diferentes situações.


Ela pode ajudar em casos como:

  • aftas e pequenos machucados na boca;

  • herpes labial;

  • desconforto no nascimento dos dentes;

  • algumas inflamações na boca;

  • pós-operatório de procedimentos odontológicos;

  • recuperação depois da frenectomia;

  • situações em que queremos ajudar no controle da dor e na cicatrização.


Mas nem toda criança precisa de laser.


Primeiro, o profissional avalia o que está acontecendo. Depois, decide se a laserterapia pode realmente ajudar naquele caso.


Como a laserterapia pode ajudar?


O efeito do laser depende do motivo da aplicação e do protocolo usado.


Entre os principais objetivos estão:


Ajudar no controle da inflamação: Pode ser usada em algumas situações para diminuir a resposta inflamatória.


Ajudar no alívio do desconforto: Em alguns casos, pode contribuir para diminuir dor ou sensibilidade.


Ajudar na recuperação dos tecidos: A laserterapia pode favorecer o processo natural de cicatrização.


Cada caso é diferente. Por isso, a aplicação precisa ser feita de forma individualizada.


A laserterapia dói?


Dentista e mãe atendem menina com óculos na clínica infantil; texto diz: Laserterapia dói? Na maioria dos casos, não.

Na maioria dos casos, não.


A aplicação costuma ser rápida e não envolve cortes ou agulhas.


Dependendo da região, a criança pode sentir apenas a aproximação do aparelho ou perceber algo diferente no local.


É justamente por isso que muitas crianças aceitam bem o procedimento.


E é daí que vem a nossa “luz mágica”. A ideia é explicar o que está acontecendo de um jeito simples, sem criar medo.


Laserterapia depois da frenectomia


A laserterapia também pode fazer parte dos cuidados depois de alguns procedimentos, como a frenectomia.


Nesses casos, ela pode ser usada para ajudar no controle do desconforto e na recuperação da região.


Mas isso não significa que toda criança que faz frenectomia precisa de laserterapia.


O pós-operatório é diferente para cada criança.


O odontopediatra avalia e orienta os cuidados de acordo com cada caso.


Quantas sessões são necessárias?


Não existe um número igual para todo mundo.


Em alguns casos, uma aplicação pode ser suficiente. Em outros, podem ser necessárias mais sessões.


Isso depende do problema, da resposta da criança e do objetivo do tratamento.


Por isso, antes de pensar em quantidade de sessões, o mais importante é saber:

A laserterapia é indicada para o que meu filho está apresentando?


Toda criança pode fazer laserterapia?


A indicação precisa ser feita por um profissional.


Antes da aplicação, o dentista infantil avalia o problema, a região que será tratada e se o laser realmente faz sentido naquele caso.


Durante o uso, também são necessários cuidados de segurança, como o uso de proteção nos olhos.


Por isso, a laserterapia deve ser feita por um profissional capacitado.


Laserterapia substitui outros tratamentos?


Não.


Esse ponto é importante.


Se a criança tem uma cárie, por exemplo, o laser terapêutico não substitui o tratamento da cárie.


Se existe uma alteração no freio da língua com indicação de cirurgia, a laserterapia também não substitui a frenectomia.


Ela pode ajudar como parte do tratamento, mas não substitui o que realmente precisa ser feito.


Tudo começa com uma boa avaliação.


Quando procurar um dentista infantil?


Dentistas infantis mostram escova e dentadura a menina sorridente; texto: Quando procurar um odontopediatra?

Se o seu filho está com dor, aftas frequentes, machucados na boca, desconforto depois de algum procedimento ou outra alteração bucal, vale procurar uma avaliação.


Um dentista infantil ou odontopediatra poderá entender o que está acontecendo e dizer se a laserterapia pode ajudar.


Na Clínica Bem Me Quer, na Vila Mariana, em São Paulo, usamos a laserterapia quando ela realmente faz sentido para a criança.


Se você está procurando um dentista infantil na Vila Mariana, pode agendar uma avaliação para entender qual é o cuidado mais indicado para o seu filho.


Perguntas frequentes sobre laserterapia infantil


Laserterapia infantil é segura?


Quando bem indicada e feita por um profissional capacitado, a laserterapia pode ser usada em crianças seguindo os cuidados necessários.


A criança sente o laser?

Na maioria dos casos, não sente dor. A aplicação costuma ser rápida e tranquila.


Laserterapia pode ajudar em afta?

Em alguns casos, sim. Ela pode ser usada para ajudar no controle do desconforto e na recuperação da região.


Laserterapia pode ser usada depois da frenectomia?

Pode, dependendo do caso. O odontopediatra avalia se existe indicação e quais cuidados são necessários.

 
 
 

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